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Bistrô Vovó Cila
Barra Mansa/RJ

Renata abriu uma loja colaborativa e bistrô que cresceu 300%

Após 15 anos de trabalho no agitado mundo da moda do eixo Rio-São Paulo, a empresária buscou a tranquilidade do interior. Em sua cidade natal, queria montar um bazar, mas a paixão pela cozinha a levou ao ramo da alimentação. Com o apoio do Sebrae, o seu negócio deu certo.

Sempre indico os cursos do Sebrae porque são curtos, muito bacanas e dão um chão para o empreendedor começar a caminhar.

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Formada em moda, com especialização em figurino de teatro em Milão, Renata Liporaci trabalhou na área durante 15 anos. Entre diversas outras experiências em São Paulo e no Rio de Janeiro, foi vitrinista, produtora de moda em revistas e figurinista.

Decidida a levar uma vida mais tranquila, mudou-se com o marido para sua cidade natal: Barra Mansa (RJ). A ideia inicial era montar um bazar em sociedade com a cunhada, mas, ao procurar o imóvel para abrir o negócio, encontrou um local maior do que esperava, o que a fez mudar os planos.

“Então pus em prática outro projeto, que era um site colaborativo com as pessoas da cidade da área de moda e beleza. Tinha um cantinho embaixo dessa loja e eu pensei logo em montar um café.”

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Como também é apaixonada por gastronomia e sempre gostou de cozinha, logo o negócio evoluiu. E assim nasceu o Bistrô Vovó Cila.

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“É uma loja bem comprida, a primeira parte é o bistrô, e atrás fica a loja colaborativa. Era um projeto para durar 40 dias e já estamos há um ano e meio, tirando o período que teve que fechar na pandemia.”

A empreendedora já tinha um pouco de experiência em gestão por também ser dona de uma marca de acessórios, a Liporaci, mas queria se qualificar ainda mais para administrar o novo negócio na área de alimentação. Por isso, voltou a buscar o Sebrae, de quem já era parceira.

“O Sebrae está na minha vida há mais de dez anos. Todo o apoio que tive foi do Sebrae, fiz todos os cursos online e alguns presenciais. Tive orientações, abri o meu MEI. Também fiz cursos de finanças, de empreendedorismo, de moda, de vitrine. No comecinho da pandemia, fiz um de mídias sociais também.”

Renata diz que mesmo com algumas dificuldades enfrentadas no começo, como o movimento fraco e o desconhecimento da população da cidade pequena em relação a uma loja colaborativa, o negócio cresceu mais de 300%.

Durante o período em que o bistrô ficou fechado na pandemia de Covid-19, a empresária aproveitou para organizar alguns processos, fazer mudanças no cardápio e passou a oferecer os produtos por delivery. Nessa época, uma amiga lhe encomendou uma cesta de café da manhã, que não fazia parte dos produtos oferecidos, mas ela aceitou. Para sua surpresa, a ideia se tornou um sucesso de pedidos e acabou incorporada aos itens oferecidos.
Renata diz que está animada com o negócio e pensa em diversos projetos para o bistrô. "Planejo um crescimento constante, avaliando onde está falhando, onde posso melhorar, buscando inovações sazonais. Agora vou tentar fazer café gelado para o verão. O delivery está bem maior hoje em termos financeiros, então estou em fase de construção do futuro."
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