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Izaiá Alimentos Artesanais
Januária/MG

Luciana inovou e ampliou as vendas de seus alimentos artesanais

Enquanto sua atividade de piscicultura ainda não dava lucro, a empresária resolveu produzir alimentos embutidos e defumados para manter a renda. De forma inesperada, os produtos fizeram sucesso, e, com o apoio do Sebrae, o negócio se profissionalizou e ganhou novos mercados.

O Sebrae nos mostra, com técnicas e ferramentas, como a nossa empresa está e como ela pode ficar. É fundamental na vida do empresário hoje.

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Em busca de uma nova vida, longe da agitação de uma grande metrópole, a cientista da computação Luciana Américo e seu marido trocaram São Paulo (SP) pela tranquilidade do interior de Minas Gerais.

Assim que se instalaram na comunidade de Barreiro Alegre, zona rural de Januária (MG), começaram a trabalhar para realizar os novos planos de carreira: empreender com apicultura e piscicultura.

Porém, como as atividades levam um certo tempo para começar a dar lucro, tiveram a ideia de produzir também alimentos defumados e embutidos. E assim, sem fazer parte da ideia inicial, abriram a empresa Izaiá Alimentos Artesanais, que fez mais sucesso que o esperado.

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Começamos com algo e acabamos saindo para outro negócio, que deu um retorno que a gente não esperava. Isso foi no ano passado. A empresa tem pouco mais de um ano, ainda é um bebê, está engatinhando, mas crescendo.

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Entre os produtos fabricados estão linguiça, presunto e calabresa. Todos eles são feitos artesanalmente e com temperos naturais. “Procuramos não usar conservante nem aromatizante nem estabilizante, esse é um diferencial que temos nos nossos produtos.”

Luciana diz que o primeiro passo que deram antes de abrir o negócio foi procurar o Sebrae, ainda em São Paulo, onde diz terem sido muito bem recebidos e bem orientados, iniciando, de imediato, a fazer capacitações.

“Quando chegamos em Minas, procuramos o Sebrae aqui do município, pois começamos a fabricar nossos produtos e ficamos com dúvidas sobre precificação, logomarca, administração, fluxo de caixa. E eles nos ajudaram e vêm nos ajudando muito.”

No Sebrae, também participaram do projeto ALI (Agentes Locais de Inovação), que ajudou a empresa, principalmente, com questões de divulgação e marketing.

A gente consegue hoje atingir um mercado maior porque conseguimos fazer um rótulo bem profissional. E após essa consultoria a gente fez o Empretec, que também nos ajudou bastante.

A empresária diz que o empreendimento, que hoje conta com mais de dez produtos, segue crescendo, ainda que devagar, e nunca regrediu, mesmo no período mais crítico da pandemia de Covid-19, quando investiram em mídia e nas redes sociais.
Nesse período, a empresa começou a vender para alguns pontos do comércio varejista do município, e planejam agora aumentar ainda mais as vendas, ganhando novos mercados. Para isso, além de aumentar a área de produção, vão trabalhar, com o apoio do Sebrae, pela certificação necessária. “Estudamos uma forma de crescer e manter a mesma qualidade dos produtos artesanais. Quando estivermos atendendo todo o município, a gente passará para as cidades vizinhas e, na sequência, para outros estados.”
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