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Queijo canastra
São Roque de Minas/MG

Guilherme produz queijo canastra premiado internacionalmente

O empresário destaca a importância do Sebrae para a consolidação de sua marca e para a valorização do queijo canastra com o selo de Indicação Geográfica.

O Sebrae é o caminho mais fácil para o empreendedor achar um norte, pois lá ele encontra muitos técnicos capacitados para dar uma ajuda e orientar.

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A tradição de produzir queijo canastra acompanha a família de Guilherme Ferreira há cinco gerações. Quando era pequeno, ele se lembra de seus tios-avôs preparando a iguaria. Mas tudo começou ainda antes, com o seu tataravô, na zona rural de São Roque de Minas (MG), que faz parte da região da Serra da Canastra, que dá o nome ao queijo.

Quando se formou em veterinária, em 2011, Guilherme voltou à fazenda da família para administrá-la. Sua ideia inicial era produzir leite, mas se interessou pelo queijo ao perceber que o produto se valorizava mais a cada dia.

Foi assim que ele conheceu e se associou à Associação dos Produtores de Queijo Canastra (Aprocan). “Vi que os produtores eram mais velhos e eu era mais jovem, o único com domínio de redes sociais. Era uma oportunidade tanto para investir na produção quanto para contribuir com a associação.”

No mesmo ano, ele começou a produção e lançou a sua própria marca, a Estância Capim Canastra. No início, produzia 12 peças por dia.

“Na época, eu ainda não tinha estrutura necessária, curral adequado, uma queijaria. Então investi em estrutura e mão de obra para ter uma evolução.”

O produtor e empresário diz que o Sebrae também foi muito importante para a consolidação de sua marca. Ele teve consultorias e apoio técnico por meio do Sebraetec.

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O Sebrae me ajudou bastante no branding da minha marca. Um dos pontos importantes foi a confecção dos rótulos. Tive também uma consultoria financeira.

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Além disso, ele destaca que o Sebrae teve um papel fundamental junto à associação para a conquista do selo de Indicação Geográfica, que contribui para a valorização do queijo canastra. Essa certificação reconhece as qualidades do produto, vinculando-as à sua origem.

“O Sebrae ajudou muito na parte de campo, fazendo coleta de dados. E também com capacitação dos produtores, além de ter ajudado na criação da marca coletiva da Indicação Geográfica da região do queijo canastra em 2015.”

Para receber o selo como autêntico queijo canastra, ele precisa ser produzido nos municípios que compõem a Serra da Canastra, ser feito com leite próprio, ou seja, da fazenda do produtor, e seguir o método tradicional que leva apenas leite cru, coalho e sal. Há também diversas normas técnicas e legislações a serem seguidas, mas Guilherme diz que isso não é visto como uma dificuldade para os produtores e que o selo trouxe muitos benefícios.

“O principal deles é a segurança que dá ao produtor de mostrar que seu queijo não é uma falsificação. E a gente ganhou reconhecimento, abriu diálogo com o governo e com outras instituições, aumentou a visibilidade, a procura e, consequentemente, o preço.”

Hoje sua marca produz em média 40 peças por dia. O produto é vendido principalmente na região, que recebe muitos turistas, inclusive em sua propriedade, mas também em pontos de venda no Rio de Janeiro (RJ) e Curitiba (PR).

Em 2015, o queijo de sua marca, Estância Capim Canastra, participou de um importante campeonato na França e conquistou medalha de prata, sendo o primeiro queijo brasileiro premiado internacionalmente.

Guilherme diz que a ideia do e-commerce surgiu com a chegada da pandemia, como forma de lidar com os efeitos negativos do fechamento do comércio. Outras medidas que ele adotou para enfrentar o problema foi diminuir a produção e o número de funcionários. “Mas já contratei de novo e voltamos com a produção. Outra coisa que fizemos foram lives, que aumentaram nossa interação direta com os clientes.
Em 2021, o foco, segundo ele, é fortalecer as vendas diretas por meio do e-commerce para recuperar as perdas causadas pela pandemia. “A gente vem profissionalizando essa parte e está crescendo. Antes eu fornecia para muitos chefs de cozinha, hoje é mais vendido a empórios e lojas, e o e-commerce está forte também.”
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