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My Lovin Cake
Rio de Janeiro/RJ

Bianca lançou marca de bolos vendidos em dezenas de lojas do Rio de Janeiro

O negócio começou quando as amigas a incentivaram a fazer bolos para vender. Em pouco tempo, ela já distribuía para diversos pontos de venda, além de fazer doces de festa. O sucesso foi tão grande que a empresária também se tornou consultora e palestrante sobre empreendedorismo.

Eu era uma pedra bruta. O Sebrae me transformou e me ensinou a acreditar em mim mesma como empresária, no potencial que eu tinha para crescer mais.

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Até 2012, Bianca Ramos tinha uma rotina agitada: trabalhava com o marido em uma empresa de representação de produtos plásticos para a indústria e dedicava o tempo que restava a um blog de gastronomia que vinha fazendo cada vez mais sucesso. Mas um problema de saúde mudou drasticamente seu dia a dia a obrigou a deixar o trabalho.

Nessa época, durante um chá da tarde com as amigas, uma delas elogiou muito o bolo de laranja que ela havia feito e disse que estava parecido com o de uma famosa rede de cafeterias do Rio de Janeiro (RJ). Todas concordaram que seu bolo estava muito acima da média, que ela poderia trabalhar com isso.

Dias depois, uma das amigas fez uma encomenda do bolo. Apesar de amar gastronomia, Bianca não pensava em trabalhar com confeitaria, mas decidiu aceitar. Ela não sabia, mas aquela seria a primeira de centenas que receberia logo em seguida.

“Três meses depois eu já estava vendendo muito e sofria preconceito dos amigos que me perguntavam se eu iria virar boleira. Eu dizia: vou virar boleira, sim, vou fornecer para dezenas de cafés. E nesse dia mesmo comecei a cumprir minha promessa. Fiz um bolo de cenoura e deixei na loja de conveniência de um posto no Recreio dos Bandeirantes.”

O resultado não poderia ser mais rápido. Pouco tempo depois, o dono da loja telefonou, dizendo que já tinha vendido todo o bolo, e encomendou mais dois. Empolgada, ela repetiu a estratégia com sucesso em diversos pontos de venda.

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Para administrar o sucesso das vendas, Bianca se formalizou como MEI (Microempreendedor Individual), e assim nasceu a My Loving Cake.

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Tudo estava dando certo, as vendas aumentando, o negócio crescendo, mas a empresária não estava satisfeita, queria ir ainda mais longe. Levou seus bolos para uma degustação em uma famosa rede de cafeterias. O retorno foi superpositivo, mas a resposta decepcionou. Apesar de os oito bolos que ela havia deixado terem sido vendidos em menos de 24 horas, a marca só poderia fazer encomendas para uma das lojas, pois Bianca não contava com cozinha industrial.

Nessa época, a empresária fazia as receitas em seu apartamento de 100 metros quadrados e usava uma batedeira caseira. Mas, como ela já havia feito cursos online do Sebrae, ainda que os produtos fossem feitos em casa, eles tinham itens importantes como tabela nutricional e boas embalagens.

Para conseguir fornecer para as nove lojas da rede, investiu o dinheiro que havia ganhado com o seu blog no aluguel de um espaço e em um forno industrial. Assim, além de atender a marca, passou a vender ainda mais, com novos pontos de vendas em shoppings, aeroportos, além de aceitar encomendas de bolos de festas. Em 2018, já com todos os equipamentos industriais, recebeu uma proposta para distribuir a supermercados.

Com o enorme e rápido crescimento do negócio, Bianca decidiu procurar o Sebrae em busca de orientação para conduzir a empresa da melhor maneira possível naquela boa fase. “Fizemos uma consultoria, e no meio da entrevista o consultor perguntou: o que você mais gosta no seu trabalho? Eu respondi que era fazer bolo de casamento e que gostava desse contato com as pessoas.”

A partir de então, Bianca cancelou todos os contratos e focou apenas em bolos de festas. O sucesso foi ainda maior do que a produção para diversos pontos de venda. "Contei a minha história para o gerente do Sebrae, e ele me convidou para ser palestrante.

Em 2019, além dos bolos e das palestras sobre empreendedorismo feminino, a empresária também abriu sua própria cafeteria, que ia muito bem até a chegada da pandemia. Para não deixar o negócio cair, além de investir mais em delivery, lançou uma ideia inovadora: um QR Code na embalagem do bolo, que direcionava a um vídeo de parabéns gravado por quem o desse de presente. A novidade saiu em diversas reportagens, gerou bastante mídia espontânea e ajudou a empresa a crescer mesmo durante a crise.
Agora, novamente em boa fase, Bianca estuda voltar com o fornecimento de produtos a partir do segundo semestre de 2021. Além disso, já tem bolos e doces encomendados para mais de 40 casamentos apenas no primeiro semestre. A empresária cogita ainda não reabrir a cafeteria, que está fechada desde o início da pandemia, e investir em novos equipamentos para aumentar a produção e continuar crescendo.
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